Tuesday, July 14, 2009
Saturday, July 04, 2009

Monday, June 29, 2009
Dançando na Lua
Saturday, June 20, 2009
My Lovely Rita

Rute 2 | Uma cópia dele.
Rute 3 | Quero extirpar de minha carne o que quer crescer. Não agüento mais... Vai mais rápido, garota, ou me escorre tudo pela calça.
Rute 4 | E devorar a minha carne e beber o meu sangue. Meu sangue como catchup, sangue espesso, vazar como um balde furado. Conduzo minha cena ao fim no coração do continente morto.
Rute 5 | O que está batendo aí? Será meu coração ou já será o outro? Ao Paraíso cinco mulheres executadas. Fêmeas. Mulheres. Bucetas. Buracos. Covas. Túmulos. Cadáveres. Falar a favor de uma geração morta... Ah, mas ah, antes dos pais morrem as filhas. Patos. Catchup. Continua chovendo. Quero estar só.
Rute 1 | Qualquer pesar em que a memória insista
Recorda a nossa angústia. É uma aflição.
E eu vivo a repetir. Longe da vista...
Longe do coração...
Rute 3 | Quando estou falando de mim mesma e quando ele está falando de mim mesmo, todos nós estamos falando de mim.
Rute 5 | Vejam: ela tirou a roupa e foi para a fama.
Rute 4 | O Reynaldo Gianecchini fez permanente. Ainda assim, a Marília Gabriela continua apaixonada por ele.
Rute 2, debochando, com raiva | Amélia!
Alto falante [Voz metálica.]
Thursday, May 21, 2009
AMOR LOUCO
Wednesday, May 06, 2009
Wednesday, April 15, 2009
purpose

Wednesday, April 01, 2009
Monday, March 16, 2009
LOS JUEGOS PROVECHOSOS no Festival de Curitiba 2009

Monday, March 09, 2009
LE MAGNIFIQUE NOUVELLE DE LA PASSION no Festival de Curitiba 2009!

Tuesday, March 03, 2009
The Seven Giants
Then I left the first giant and ran
What I saw was a bunch of leopards coming after me
Since I had no voice all I had to do was fall down
My face against the sands
My eyes couldn’t get opened
Until I had a Coke to drink
And I drank
And I drank
And I was eating meat
And meat was eating me
It was eating my legs and I liked it
I was happy and crying
I cried for love
I cried for hatred
And I saw digital pieces of myself running away
And I laughed
My hair was dark and I was such a huge princess
And my armed guard was cutting off my tongue
And I blinked
I blinked
He came into me I came unto him
God knows what
All the water inside of me was boiling
And my hands were flying
I was a happy child then
Then it all stopped
All at once
And I was cooking bananas and fighting off the second giant
He was puking at my face and I saw the world in green
My eyes were green
And he slapped my face
And I fell down
Right to the floor
And I liked it
The third giant was weak
And I slapped all over his face
I perforated his eyes and he bled
And bled
And bled
And I liked it
Then I drank all his blood and went ahead
Then I did away with his cock and left him with nothing good
And went ahead
Then I saw the fourth giant come
And he was armless
And then I thought where the hell do these giants come from?
And he asked me for help
And I slapped him in the face
Then a bunch of lizards started to follow me
And it was an island
And there was no coffee
My skin colour was the same as theirs
And I was a lizard
And I blushed
They wanted me
I shot them all
And they didn’t die
Then I saw the fifth giant among them
And he was like a drag
And I thought God help me
But God didn’t come and I ran
Ran Ran Ran For My Life
Then I was on my knees trying to pray
When the giant kicked my back
And I fell
And I liked it and I went mad
Everything was spinning
My head was spinning like a wheel
And then I was peeing
And then I was pooing
And then I was fussing
From where the sixth giant came
And I laughed a lot at his face and he slapped me
And tried to rape me
But he was not that allowed
And he cried
And cried
And cried
And I smashed him in my hands and ate him
And the seventh giant came from my throat
And I felt he didn’t exist
I felt my throat didn’t exist
I could see that this world didn’t exist
My voice and my hair didn’t exist
My eyes didn’t exist and I fell down
Right to the ground
And there I stayed for long and long
And there didn’t exist
And the ground didn’t exist
And I didn’t exist
The gun and the tongue didn’t exist
My dreams didn’t exist
And then I sat down and tried to reorganize my ideas.

Tuesday, February 24, 2009
Saturday, January 31, 2009
Hoje acordei totalitária
Tuesday, January 13, 2009
'' segue o crepúsculo sem solavancos, eu me solto na beirada. Faço sem fluência o malfadado percurso dos deuses. Me adianto às respostas negativas e estapeio a cara da necessidade...
Cada tiro único eu dei no pé. Eu acerto em cheio a boca da morte sem pedir socorro. Em mim, tumba coberta de pó secular, ninguém aposta no jorro sangrento da vida.''
Saturday, January 10, 2009
Wednesday, December 24, 2008
2009
Sunday, December 21, 2008
on zona autônoma temporária by hakim bey
A proposta de revolução compartimentada, ou, para usar palavra do autor, levante, de Hakim Bey, sugere uma não-permanência de estado que, talvez justamente por ser humana e realista demais, ainda não chega a reparar nossa infinitesimal escassez de liberdade.
Ainda assim, como prazeroso expediente emergencial para as insistentes agruras do famigerado sistema político-social mundial, qualquer zona autônoma temporária sugerida libera feixes de energia quimérica que podem propiciar mais atenção sobre aquilo que o autor classifica como o inútil martírio resultante de confrontos diretos com o Estado e suas sujeições.
A leitura de TAZ - Zona Autônoma Temporária faz-se, então, primordial para a tenção de demolição da eterna opressão e do totalitarismo instaurados na história da humanidade desde tempos imemoriais em um mundo que já não suporta mais rever seus próprios e remotos conceitos pela pura e simples pusilanimidade do licencioso capital. O conteúdo de transformação social que há em toda zona autônoma temporária é eficaz pelo tempo que dura e pelo efeito irreversível que provoca. Pode não durar para sempre tanto quanto também pode para sempre permanecer em quem a vivenciou de algum modo: é essa a idéia de reforma revolucionária intensa de Hakim Bey, autor cujo nome por si só já constitui uma TAZ (ou ZAT, em português), uma vez que não se sabe se é verdadeiro ou não, se realmente existe ou não.
Não há — ainda e infelizmente — como escapar inteiramente ao sofrimento terreno, mas há, e isso Bey com maestria nos sugere, com seu “anarquismo ontológico”, como amenizá-lo e até driblá-lo com deleite.
Friday, December 19, 2008
Foi então que vi o Pêndulo!

A esfera, móvel na extremidade de um longo fio fixado à abóbada do coro, descrevia suas amplas oscilações em isócrona majestade.
Eu sabia — mas quem quer que o tivesse advertido no encanto daquele plácido respirar — que o período era regulado pela correlação entre a raiz quadrada do comprimento do fio e a do número π, o qual, embora irracional para as mentes sublunares, relaciona, por alguma razão divina, a circunferência ao diâmetro de todos os círculos possíveis — de modo que o oscilar de uma esfera de um pólo a outro decorre de uma arcana conspiração entre a mais intemporal das medidas, a unidade do ponto de suspensão, a dualidade de uma dimensão abstrata, a natureza terciária do π, o tetrágono secreto da raiz e a perfeição do círculo.
Sabia também que na vertical do ponto de suspensão, na base, um dispositivo magnético, transmitindo sua atração a um cilindro oculto no cerne da esfera, garantia a permanência do movimento, artifício disposto para contrabalançar as resistências da matéria, mas que não se opunha às leis do Pêndulo, antes lhes permitia manifestarem-se, porque no vácuo qualquer ponto material pesado, suspenso da extremidade de um fio inextensível e sem peso, que não sofresse a resistência do ar nem o atrito com seu ponto de apoio, teria oscilado de modo regular por toda a eternidade.
Wednesday, December 17, 2008
Léo Glück no Jornal Tiragosto!
Sunday, November 30, 2008
Os meus esforços para ser mulher




